sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Audioteca Sal e Luz


 A Audioteca Sal e Luz é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e empresta livros falados (audiolivros). 

Mas o que é isto? São livros que alcançam cegos e deficientes visuais (inclusive os com dificuldade de visão pela idade avançada), de forma totalmente gratuita.

Seu acervo conta com mais de 2.700 títulos que vão desde literatura em geral, passando por textos religiosos até textos e provas corrigidas voltadas para concursos públicos em geral. São emprestados sob a forma de fita K7, CD ou MP3. 

Para ter acesso ao nosso acervo, basta se associar na nossa sede, que fica situada à Rua Primeiro de Março, 125 - Centro. RJ. Não precisa ser morador do Rio de Janeiro. 

A outra opção foi uma alternativa que se criou, face à dificuldade de locomoção dos deficientes na nossa cidade. Eles podem solicitar o livro pelo telefone, escolhendo o título pelo site, e enviaremos gratuitamente pelos Correios. 
 
A nossa maior preocupação reside no fato que, apesar do governo estar ajudando imensamente, é preciso apresentar resultados. Precisamos atingir um número significativo de associados, que realmente contemplem o trabalho, senão ele irá se extinguir e os deficientes não poderão desfrutar da magia da leitura. 
 
Só quem tem o prazer na leitura, sabe dizer que é impossível imaginar o mundo sem os livros... 

Atenciosamente, 

Christiane Blume - Audioteca Sal e Luz.
Endereço: Rua Primeiro de Março, 125- 7º Andar. Centro - RJ. CEP 20010-000 
Fone:  (21) 2233-8007 
Horário de atendimento: 08:00 às 16:00 horas 

Endereços eletrônicos:

http://audioteca.org.br/noticias.htm                                   http://audioteca.org.br/noticias.htm


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

XVII Encontro Nacional de Geógrafos: Entre escalas, poderes, ações, Geografias

 
O XVII Encontro Nacional de Geógrafos, 22 a 29 julho de 2012, será realizado em Belo Horizonte, no Capus Pampulha da UFMG.
 
Segue o link da segunda circular e do site oficial do evento

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Projeto prevê isenção de IR sobre remuneração de professores



Está em análise na Câmara o Projeto de Lei 2607/11, do deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), que concede isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física sobre a remuneração de professores.

Segue o link da informação.

I Jornada em Literatura e Educação



Pessoal, vem aí a I Jornada em Literatura e Educação, nos dias 23 e 24 de abril de 2012 - reservem as datas nas agendas!!!

Teremos convidados do país e do exterior. Serão dois dias de muito diálogo sobre as pesquisas contemporâneas que aproximam Literatura e Educação.



Segue a ficha de inscrição e o folder do evento para download e visualização.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Vaga de Estágio na Prefeitura Municipal da Serra


A Prefeitura Municipal da Serra oferta vaga de estágio na área de geoprocessamento.

Requisitos: Estudante de Geografia com conhecimentos em ArcGis.

Horário: Manhã

Bolsa Auxílio: R$ 515,00 + Vale Transporte

Interessados encaminhar currículo para a avaliação:

osp.sedes@gmail.com
osp.sedes@serra.es.gov.br 

 
Telefone de contato: (27) 3251-6635
 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A Música na Geografia

     Numa de suas belas composições, chamada Fantasia, Chico Buarque nos provoca e incentiva: “Canta, canta uma esperança/ Canta, canta uma alegria/ Canta mais [...] Canta a canção do homem/ Canta a canção da vida/ Canta mais/ Trabalhando a terra / Entornando o vinho”.
   É a expressão poética do vínculo da música com as diferentes experiências e práticas humanas nos mais variados lugares do planeta que habitamos, entrecruzando dor e contentamento, pequenez e êxtase, luta e trabalho, desumanização e dignidade.
   Felizmente constatamos que as coleções didáticas recentes de Geografia estão valorizando mais a linguagem musical como um valioso subsídio para o professor favorecer uma melhor aprendizagem discente. O campo de possibilidades, contudo, do emprego da música no ensino da nossa área do conhecimento é vastíssimo, o que implica numa pesquisa e busca permanentes da ampliação do seu uso pelo professor.
   Nos diferentes processos de formação inicial e continuada de professores que temos  participado, emergem os contextos e situações complexos e inusitados que vivenciamos nos cotidianos escolares, nos desafiando a pensar e propor práticas pedagógicas que tornem a escola pública menos seletiva e discriminadora. E a Geografia não pode se ausentar dessa tarefa!
   É nesse sentido que propomos direcionar a nossa ação pedagógica, lançando mão, entre outros procedimentos metodológicos, do uso de uma das criações humanas mais belas e originais: a música!
   A significativa extensão do espaço geográfico brasileiro, por exemplo, comporta uma variedade impressionante de ecossistemas, além de formas plurais de proceder e trabalhar das populações que habitam os múltiplos lugares do território nacional. Similar a essa riqueza natural e humana, a música brasileira, com sua diversidade de ritmos e tendências, fornece aos professores inúmeras possibilidades de análise e problematização das contradições geradas no processo de organização do nosso espaço.
   A singularidade e a riqueza de nossa música, com produções de qualidade em estilos mais específicos ou misturados entre si (samba, rock, sertanejo, rap, funk, regional, hip hop etc), é um recurso que ainda poder ser melhor explorado no ensino de Geografia. Também, se constitui numa estratégia de resistência cultural frente à massificação e homogeneização impostas sobretudo pela mídia, que privilegia a divulgação de certos tipos de músicas de gosto duvidoso, meramente comerciais e, inclusive, preconceituosas.
   A escala de análise geográfica, porém, não deve se restringir somente aos níveis locais, regionais e nacionais, mas igualmente abranger a escala global, oportunizando ao aluno a analogia entre diferentes lugares do espaço globalizado, potencializando uma leitura plurifacetada e complexa das paisagens em seus elementos sociais, culturais e naturais.
   Defendemos aqui, também, o uso de músicas em outros idiomas, valorizando ainda mais as diferentes expressões dessa linguagem artística, ampliando o leque de opções para o professor trabalhar múltiplas questões geográficas. Conhecemos, inclusive, a experiência de uma colega de área que utiliza a música instrumental, de ritmo mais relaxante e introspectivo, como forma de enfrentamento da indisciplina e da falta de concentração dos alunos nas atividades escolares.
   Portanto, o emprego da música no ensino de Geografia pode ser uma valiosa ferramenta na mediação docente. Seja como motivação inicial na introdução de um assunto ou na sua conclusão, nas atividades de fixação/reflexão no cotidiano da sala de aula, nas avaliações individuais, nos trabalhos em grupos etc, articulando de modo exitoso os saberesfazeres dos alunos com os saberesfazeres no âmbito da produção científica geográfica. Um sem número de canções nacionais e estrangeiras estão ao nosso dispor, narrando e refletindo práticas e experiências, vivências em diferentes espaços-tempos, relacionadas às questões de gênero, raça e etnia, trabalho e consumo, meio ambiente e tantas outras.
   Como acentua o ditado popular: “Quem canta, seus males espanta!”. No caso do ensino de Geografia, podemos, por meio da música, tentar “espantar” tantos aspectos desfavoráveis presentes nos cotidianos de nossas salas de aula: a apatia e desmotivação dos alunos, a aprendizagem insuficiente, o desinteresse pela nossa área do conhecimento, entre outros. É a provocação que Chico Buarque nos lança: “Canta, canta uma esperança”!

JOSÉ AMÉRICO CARARO

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Projeto Entre no Clima: aprenda climatologia usando a internet...


 
  O projeto Entre no Clima: aprenda climatologia usando a internet... é uma contribuição da extensão da Universidade Federal do Espírito Santo. Seu objetivo é difundir e/ou aprimorar os conhecimentos climatológicos dos professores de Geografia e áreas afins por meio da utilização de sites governamentais oficiais, disponíveis gratuitamente na internet. Segue os vídeos tutoriais para rodar o software e construir a rosa dos ventos.

PARTE 1


PARTE 2